A disfunção erétil , doença que se caracteriza pela dificuldade de ter ou manter uma ereção suficiente para uma relação sexual satisfatória (segundo a OMS – Organização Mundial da Saúde), atinge – em algum grau (leve, moderada ou severa) – cerca de 50% dos homens em todo o mundo. Desses, apenas 10% procuram algum tipo de tratamento.
Questões culturais e desinformação são os principais entraves para que os homens tenham vergonha de admitir que estejam passando por um problema ligado à virilidade, pois há uma conexão entre falhar na cama e no restante dos aspectos que compõem sua vida, como trabalho, relacionamento com os filhos, entre outros.
Entre os homens que apresentam dificuldades em sua vida sexual , as frustrações nos relacionamentos podem acarretar perda da auto-estima, comprometem a auto-imagem e podem precipitar um processo depressivo que acaba tendo conseqüências na produtividade do trabalho, no lazer, no relacionamento com a parceira, entre outras.
O que muitos homens desconhecem, é que a disfunção erétil não é apenas um indicativo de dificuldade sexual, mas muito mais abrangente, sinaliza algum problema de saúde geral, física e/ou psíquica. O problema é hoje passível de tratamento
